sexta-feira, 19 de maio de 2017

A ladra era a professora

Era uma turma de 4º ano. 25 estudantes com idades aproximadas entre 9 e 10 anos.
Havia algo naquela turma que incomodava bastante. Diariamente sumia algo. Estava a professora lá, no meio de uma aula, trabalhando com textos, números, mapas, jogos, de repente:
_ Tia, meu lápis sumiu.
A professora parava a aula. Perguntava a todos:
_ Gente, o lápis de Maria sumiu. Vamos ajudar a procurar?
Mexe daqui, mexe dali e nada.
Então a professora apelava:
_ Gente, o lápis não pode ter sumido. Ele está aqui na sala. Ninguém entrou. Vejam se, por acaso, não está na bolsa de vocês. De repente, algum coleguinha pode ter colocado “sem querer”, pra brincar de esconder o objeto da colega. Vamos lá?
Todos olhavam nas suas bolsas.
Após todo o rebuliço de bolsas, o lápis não aparecia.
 E isto acontecia diariamente: um lápis, uma borracha, um caderno, uma bolsa, um brinquedo. Sumiam e não apareciam.
E os pais chegavam em busca dos pertences dos filhos.
E nenhum pai chegava para devolver os pertences que, porventura chegavam em casa e não eram dos seus filhos.        
E a diretoria era envolvida, e nada mudava.
Até que dia a professora  pensou:
“Que cidadãos estou formando? Como é que diariamente um sumiço acontece na sala e nenhuma atitude mais severa é tomada? Como é que EU estou deixando que isto aconteça embaixo dos meus olhos? EU preciso fazer algo. NÃO posso deixar que isto continue. São crianças e eu tenho a oportunidade de contribuir para a formação moral deles e delas. PRECISO FAZER ALGO”.
Começou então uma ação de combate ao sumiço.
Conversou com os estudantes e falou que, não iria mais aceitar sumiços e que tudo o que sumisse teria que aparecer. Que as coisas não se evaporavam no ar e que, infelizmente, ali na sala, um ou uma coleguinha estava se apropriando do que não era seu e não estava devolvendo. Falou do direito a propriedade alheia; que ninguém ficava rico pegando o que era dos outros; que era feio; que papai do céu ficava triste; que se este costume de pegar o que era dos outros não parasse a pessoa iria crescer e iria ter problemas na sociedade. Falou do que acontecia com pessoas que se apropriava do que não era seu; dos presídios; da tristeza da família e etc. falou muitas coisas.
Estava preocupada, triste e indignada.
Colocou o plano em ação.
O plano consistia no seguinte: não poderia continuar dando sua aula sem tomar uma atitude mais firme em relação aos sumiços. De que adiantaria formar um cidadão conhecedor das regras de pontuação, de ortografia, conhecedor dos relevos, das operações, entre outros conteúdos trabalhados se não conheciam a regra básica do bom convívio social que é o respeito ao próximo.
E assim começou a agir.
Estava um dia dando sua aula e de repente:
_ Tia, minha borracha sumiu.
A professora interrompeu o que estava fazendo naquele momento e disse:
_ Gente, a borracha do coleguinha sumiu e ela vai ter que aparecer. Vamos todos procurar. Olhem suas bolsas. Ninguém vai largar enquanto a borracha não aparecer.
E a borracha demorava a aparecer.
E a borracha só aparecia no último segundo, do último momento. Às vezes até passava do horário. E ela lá, firme.
E os pais chegavam.
E a professora informava:
_ Estou esperando a borracha aparecer. Não posso liberar ninguém.
E de repente, a borracha aparecia. No canto da sala, em uma mesa isolada, no lixeiro.
 E diariamente era feito isto.
E se passaram uns três meses. E a professora interrompia a aula para caçar o objeto perdido até que ele aparecesse.
Ao final de um período de três meses a professora pode olhar para sua turma e ver que fez um bom trabalho. Viu que valeu a pena ter interrompido todas as aulas iniciadas.
Os estudantes ficaram “honestíssimos”, a ponto de encontrar um grampo perdido no chão e deixa-lo na mesa da professora para que o dono pudesse visualizar e pegar.
E aquele ano ficou maravilhoso.
O respeito reinava.
A paz reinava.
Até que...
Próximo do final do ano:
_ Tia, meu lápis sumiu.
O mundo caiu. Uma tristeza imensa se apoderou da professora.
Com pesar e tristeza profunda, a professora falou:
_ Gente, como pode isto acontecer? Depois de tanto tempo? Eu pensei que já estivéssemos livres destes comportamentos.
E, firme, determinou
_ O lápis da colega terá que aparecer. Procurem em suas bolsas. Ninguém larga enquanto ele não for entregue a sua dona.
E a turma sentou.
Olhos vidrados na professora.
Todos tristes.
Deu hora de largar.
Ninguém se mexia.
O tempo passava. Os ponteiros corriam. Os pais chegavam e o lápis não aparecia.
Até que a professora disse:
_ Já que o lápis não apareceu e eu não quero perder tempo, vou arrumar meu armário.
O armário da professora era baixo, no chão, o que a forçava a se agachar para pegar seus pertences.
Ao se agachar, ouviu um grito da turma:
_ OLHA O LÁPIS NA SUA CABEÇA, TIAAAAAA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
De fato. O bendito lápis estava na cabeça da professora, que o tinha utilizado para segurar o seu coque.
Certamente a estudante ao se aproximar para que a professora corrigisse sua tarefa, trouxe consigo seu lápis e neste momento, a professora o pegou para segurar seu coque.
Que vergonha!
A turma toda irrompeu em uma risada só. A professora, morrendo de vergonha, riu também.
Pediu mil desculpas.
Deu muito cheiro na turma.
Abraçou cada um deles.
Mas ficou muito feliz em saber que todo o trabalho desenvolvido não tinha sido em vão.
Os alunos não haviam pegado o lápis.
E todos ficaram felizes em saber que a “ladra” era a professora.

Rozineide Santos é mestre em Gestão e Avaliação da Educação Pública. Técnica Pedagógica do Núcleo de Alfabetização e Letramento da Prefeitura do Recife e Professora do EJA no município do Cabo de Santo Agostinho.


segunda-feira, 20 de março de 2017

DEFICIÊNCIA INTELECTUAL

Olá pessoal, gosto  muito das postagens de Lu Brittes sobre inclusão. Tem me ajudado muito em meu dia a dia.
Espero que gostem.
Após assistirem postem seus comentários.ok?

ESTIMULAÇÃO PSICOMOTORA NAS CRIANÇAS COM DEFICIENCIA INTELECTUAL

domingo, 5 de março de 2017

Lendo e compartilhando

Síndrome de Asperger

Olá pessoal, bom dia, boa tarde, boa noite.

Nós sabemos que a inclusão se tornou fato nas salas de aula. Fato no sentido de que agora todas as crianças com deficiências estão inseridas no cotidiano de uma sala de aula comum. As salas especiais não existem mais, ou se existem, são em números reduzidos.
Pois bem, de uns anos para cá tenho sido desafiada a trabalhar com estudantes com diversas deficiencias: intelectuais, visuais, físicas, entre outras.
Dois estudantes, especificamente, me impulsionaram para buscar mais informações e aprimorar meu trabalho. Tive o privilégio de, em 2016, numa turma de 1º ano, receber em minha sala duas crianças maravilhosas: Pedro (Autista) e Natanael (cego).
Não vou dizer que meu trabalho foi 100% perfeito, mesmo porque tive muitas dificuldades e não sabia bem como trabalhar com eles.
Tive boas parcerias neste ano. A mãe de Pedro (Eliane) foi uma delas, assim como uma estagiária maravilhosa (Joana) e outra que volta e meia aparecia na minha sala (Eduarda). Além também, claro, de outras colegas de trabalho, tais como a Coordenadora Pedagógica (Sueli) e as AEEs (Fátima e Alceneide).
Enfim, depois dessas experiencias passei a buscar informações e compartilho com vocês este e-book maravilhoso.
Espero que gostem.
Se resolverem ler, compartilhem suas experiências nos comentários abaixo, ok?
Abraços!
Rozineide

LENDO E COMPARTILHANDO

Guia Definitivo de Inteligência Emocional

Olá pessoal, já faz uns dias que me obriguei a fazer, pelo menos, uma leitura diária em busca do aperfeiçoamento pessoal e profissional. Pois bem, a leitura de hoje é este guia.
Adoro E-books. É mais prático, mais acessíveis e, a maioria deles são gratuitos.
Espero que gostem.
Se resolverem ler, compartilhem suas impressões nos comentários, ok?
Abraços!!

Rozineide

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

CURSOS ONLINE

Olá pessoal, sou fanzassa de cursos a distância. Tive uma oportunidade M A R A V I L H O S A de fazer meu mestrado de modo semipresencial e, vou confessar uma coisa, os momentos presenciais foram maravilhosos pela oportunidade de conhecer novas pessoas, rever amigos, viajar, mas sinceramente, os momentos de estudos eram muito mais proveitosos a distância.
Sabe esse negócio de voce mesmo controlar seu tempo e estudar sozinho, concentrado? Adoro. Agora é importante dizer que só adorei mesmo porque a assessoria a distancia era muito boa, tá?
Recentemente descobri um site que desenvolve cursos, na modalidade a distancia, de curta duração por um preço bem acessível.
Resolvi conhecer.
Entrei no curso de Gestão Educacional. Um curso de 60 horas. no valor de R$60,00.
Resolvi arriscar.
Eu gosto desta temática e o custo não está pesado para o bolso.
Pois bem, ainda não concluí, mas estou gostando.
É bem didático.
Além do mais, nos tempos de hoje, não podemos marcar bobeira. Precisamos buscar a atualização e o aperfeiçomanto pessoal e profissional constantemente.

Se lhe interessou, clique no link do curso 24 horas aí na lateral direita do meu blog tá?
Cheiro.

Se resolver se inscrever em algum curso, compartilhe aqui o curso que voce escolheu e comente sua experiencia.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

LIBRAS - downloads

Olá pessoal,

para os interessados em inclusão, segue abaixo um link de acesso a uma página que traz vários materiais interessantes para downloads.

Acessem e deixem seus comentários aqui, ok?

Clique em www.libras.com.br/downloads.

Boa leitura!

sábado, 13 de outubro de 2012

PLANOS DE AULAS INCLUSIVOS

Olá pessoal apresento abaixo exemplos de aulas do site do Portal do Professor/ Mec que utilizam Objetos de Aprendizagem buscando promover a acessibilidade e dar condições a todos/as os/as estudantes de aprender.

Escolham a aula pelo título e cliquem no link abaixo.


Obs. este material foi elaborado pela equipe do Curso de Tecnologia Assistiva da UNESP. Edição 5.

Aula Reciclagem:


Conhecendo o estado do Paraná:


O Sistema Solar:


Saneamento Básico: você sabe o que é isso? E qual sua importância?


Conhecendo o arquipélago de Fernando de Noronha


Aprendendo um pouco sobre a construção das Leis


Somos todos iguais?


Alimentos raízes?

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

terminologias relacionadas a pessoas com deficiencia


http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/portal.php/terminologia

Terminologia

Sobre a deficiência na era da inclusão. Por Romeu Kazumi Sassaki*
A construção de uma verdadeira sociedade inclusiva passa também pelo cuidado com a linguagem. Na linguagem se expressa, voluntariamente ou involuntariamente, o respeito ou a discriminação em relação às pessoas com deficiências. Com o objetivo de subsidiar o trabalho de jornalistas e profissionais de educação que necessitam falar ou escrever sobre assuntos de pessoas com deficiência no seu dia-a-adia, a seguir são apresentadas 59 palavras ou expressões incorretas acompanhadas de comentários e dos equivalentes termos corretos. Ouvimos e/ou lemos freqüentemente esses termos incorretos em livros, revistas, jornais, programas de televisão e de rádio, apostilas, reuniões, palestras e aulas.
1. adolescente normal
Desejando referir-se a um adolescente (uma criança ou um adulto) que não possua uma deficiência, muitas pessoas usam as expressões adolescente normal, criança normal e adulto normal. Isto acontecia muito no passado, quando a desinformação e o preconceito a respeito de pessoas com deficiência eram de tamanha magnitude que a sociedade acreditava na normalidade das pessoas sem deficiência. Esta crença fundamentava-se na idéia de que era anormal a pessoa que tivesse uma deficiência. A normalidade, em relação a pessoas, é um conceito questionável e ultrapassado. TERMO CORRETO: adolescente (criança, adulto) sem deficiência ou, ainda, adolescente (criança, adulto) não-deficiente.
2. aleijado; defeituoso; incapacitado; inválido
Estes termos eram utilizados com freqüência até a década de 80. A partir de 1981, por influência do Ano Internacional das Pessoas Deficientes, começa-se a escrever e falar pela primeira vez a expressão pessoa deficiente. O acréscimo da palavra pessoa, passando o vocábulo deficiente para a função de adjetivo, foi uma grande novidade na época. No início, houve reações de surpresa e espanto diante da palavra pessoa: “Puxa, os deficientes são pessoas!?” Aos poucos, entrou em uso a expressão pessoa portadora de deficiência, freqüentemente reduzida para portadores de deficiência. Por volta da metade da década de 90, entrou em uso a expressão pessoas com deficiência, que permanece até os dias de hoje. Ver comentários ao item 47.
3.“apesar de deficiente, ele é um ótimo aluno”
Na frase acima há um preconceito embutido: ‘A pessoa com deficiência não pode ser um ótimo aluno’. FRASE CORRETA: “ele tem deficiência e é um ótimo aluno”.
4.“aquela criança não é inteligente”
Todas as pessoas são inteligentes, segundo a Teoria das Inteligências Múltiplas. Até o presente, foi comprovada a existência de oito tipos de inteligência (lógico-matemática, verbal-lingüística, interpessoal, intrapessoal, musical, naturalista, corporal-cinestésica e visual-espacial). FRASE CORRETA: “aquela criança é menos desenvolvida na inteligência [por ex.] lógico-matemática”.
5. cadeira de rodas elétrica
Trata-se de uma cadeira de rodas equipada com um motor. TERMO CORRETO: cadeira de rodas motorizada.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

doação de revistas educativas

Olá pessoal, tenho uma quantidade grande de revistas educativas: Nova Escola, construir notícias e outras. Gostaria de doá-las, devido a falta de espaço para guardar as mesmas. Vocês conhecem alguma instituição que tenha interesse em recebê-las? Se tiverem comentem este recadinho.
Abraços!
Rozineide

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Para refletir

A Ratoeira
      Um rato olhando pelo buraco da parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali. Ao descobrir que era uma ratoeira, ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos.  Foi ao galinheiro e falou:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa !!!
     A galinha disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
        O rato foi até o chiqueiro e disse ao porco:
- Há uma ratoeira em casa, uma ratoeira !!!
      O porco respondeu:
- Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Ratoeira é pra pegar ratos.  Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.
      O rato dirigiu-se então a vaca. E ela lhe disse:
 - O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!!!
     Então o rato voltou para casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando uma vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pegado. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pegado a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...   O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. E todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou sua faca e foi providenciar o ingrediente principal: galinha. Como a doença da mulher piorasse, os amigos, parentes e vizinhos vieram visitá-la.
         Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca para alimentar aquele povo todo.
     MORAL DA HISTÓRIA: Na próxima vez em que você ouvir  alguém dizer que está diante de um problema e acreditar que esse problema não lhe diz respeito, lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre o risco.  (autor desconhecido)

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Se quiserem mais fábulas acessem o link de fábulas no menu ao lado.
Abraços!
Rozineide

sábado, 4 de agosto de 2012

jogo de plurais

Pessoal, o site "Educar para crescer" indicado no menu a direita, está apresentando um jogo de plurais excelente. Dá pra brincar com os estudantes nas escolas que têm computador com acesso a internet.

http://educarparacrescer.abril.com.br/mini-jogos/plural/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=jogo-do-plural

Explorem e comentem aqui, ok?
Abraços!
Rozineide

Dicas

Pessoal, o curso de decoração oferecido gratuitamente pela Revista Casa Cláudia está bombando,ok?  Já está na segunda semana. Na primeira semana o tema foi SALAS,na segunda semana o tema está sendo REVESTIMENTO.
Este curso está no menu do canto direito entre minhas outras paixões.
O site "Organize sem frescura" está muito bom também. Nesta semana está sendo divulgado algumas orientações sobre como organizar nosso tempo  ou do/da empregada doméstica com relação a faxina. Dêem uma olhada e comentem aqui, ok?
ABraços!
Rozineide

TRANSTORNO BIPOLAR - Importante saber

Transtorno Bipolar: um abismo no qual respostas nem sempre vêm à tona


A mente humana é uma máquina em desenvolvimento constante, que trabalha em alta rotatividade para atingir os seus limites. Se for monitorada com maestria para evitar distúrbios, conduzida por um caminho coerente para superar grilos, dificuldades, anormalidades, pode transformar vidas. Um dos atalhos que pode conduzir o indivíduo ao desvio é o Transtorno Bipolar – TB. O Transtorno Bipolar, ou Distúrbio Bipolar, é uma forma de transtorno caracterizado pela variação extrema do humor entre uma fase maníaca, ou de hipomania (hiperatividade e grande imaginação), e uma fase de depressão, de inibição (lentidão para conceber e realizar ideias e ansiedade ou tristeza). Juntos, esses sintomas são comumente conhecidos como depressão maníaca. A vítima do TB vive em permanente estado de inconstância comportamental, oscila entre a extrema alegria — com uma euforia exagerada, humor contagiante (hipomania ou mania) — e a tristeza, o mau humor, desespero, medo (depressão). Depois volta a agir normalmente, como se tais mudanças não transitassem pela sua cabeça. É fundamental ratificar que nem todas as pessoas que têm altos e baixos no comportamento são vítimas do TB, pois essas oscilações podem ocorrer com qualquer pessoa livre de distúrbios. Da mesma forma, a proporção das crises varia de pessoa para pessoa quanto à intensidade e duração. Ninguém está fora da mira desse distúrbio, nem mesmo as crianças. E, como em muitos casos a vítima não percebe as mudanças de humor, há resistência para se submeter aos tratamentos.
Apesar de desconhecido para uns e um mito para outros, o TB é um martírio para as vítimas, que mergulham em episódios singulares sem que aqueles que as rodeiam entendam tais comportamentos. Devido à inexistência de amparo e apoio da família, que na maioria dos casos desconhece o problema, a situação se agrava. Pois o TB absorve a resistência psicológica, abala a estrutura emocional e afeta o sistema nervoso devido aos conflitos que acontecem num espaço de tempo cada vez menor à medida que a doença avança, fazendo com que o período em crise seja superior ao período normal. A progressão é tamanha que muitos não suportam as alterações de conduta e tentam suicídio. Segundo a medicina, mais de 90% dos casos de Transtorno Bipolar são manifestados na infância — conforme revela a conceituada revista americana Time, que destacou o TB na infância como matéria de capa na edição do dia 19 de setembro de 2002 —, principalmente em crianças adotadas, mas muitos casos são identificados depois dos 15 anos. Pais e especialistas confundem as mudanças de humor — normal nessa fase de metamorfose física e emocional —, normalmente, com pirraça, fato que dificulta o tratamento, devido ao diagnóstico tardio da doença. E, como todo problema complexo que envolve o emocional e o psicológico, tudo é delicado: da abordagem ao tratamento, pois uma gama de sinônimos e paralelos é posta em xeque, e o TB apresenta uma longa lista —

Como não fazer da escola um palanque?



Pois é pessoal, parece impossível não é? Mas não é.

Enquanto alguns dirigentes escolares estão tentando fugir dessa situação,alguns estando tentando sim forçar a barra e usar do seu poder de gestor, mesmo sabendo que está indo de encontro a lei.

vejam o texto abaixo publicado na revista Nova Escola. http://revistaescola.abril.com.br/
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Eleições: reflexão, sim. Propaganda, não!

Em ano de eleições, descubra como estimular a conscientização política sem correr o risco de transformar a escola em palanque

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Reflexão, sim. Propaganda, não! Ilustração: Orlandelli
Em breve, os brasileiros vão eleger os prefeitos e vereadores que representarão os municípios nos próximos quatro anos. Os nomes dos candidatos certamente serão citados nas conversas de corredor e é preciso tomar cuidado para evitar que alguns deles tentem aproveitar o espaço escolar para fazer campanha eleitoral. "A escola tem função educativa, e não eleitoreira. Ela não pode servir como local de divulgação ou manipulação dos projetos políticos", diz Silvia Colello, professora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP).

A atualidade do assunto é uma oportunidade para orientar os professores a trabalhar com os alunos a importância das eleições e incentivar a discussão sobre temas como as formas que a sociedade civil tem de participar na proposição e cobrança das ações do executivo e do legislativo. Nos municípios da região da Chapada Diamantina, no interior da Bahia, por exemplo, os candidatos à prefeitura são convidados a participar de um debate para discutir as principais demandas de Educação levantadas pelas escolas. Na ocasião, eles assinam um termo no qual se comprometem a executar as propostas caso sejam eleitos. Durante o mandato, uma comissão, que conta com pais de alunos e professores, avalia o cumprimento das diretrizes estabelecidas. Ao mesmo tempo, cartazes afixados pela cidade ajudam a comunidade a acompanhar o trabalho. "É preciso fomentar o debate, a consciência crítica e a postura cidadã, focando sempre a aprendizagem", afirma Elisabete Regina Monteiro, formadora do Instituto Chapada de Educação e Pesquisa (Icep), que promove essa ação.

Para que você, gestor, oriente sua equipe e se previna de eventuais armadilhas nesse período, elaboramos um pôster de condutas éticas, que pode ser destacado e colado em local visível. Confira-o. http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/8-condutas-eticas-epoca-eleicoes-689539.shtml

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E aí pessoal, qual a opinião de vocês sobre este tema? Alguma vivência a ser relatada?

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Objetos Educacionais

Olá pessoal, acrescentei mais um link educativo no menu a direita. OBJETOS EDUCACIONAIS. Através desse site vocês tem acesso a diversos objetos educacionais que tratam de diversos temas.
Acessem, explorem e comentem aqui o que encontrou de interessante por lá, ok?
Aguardo a participação de vocês.
Abraços!
Rozineide

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Dicionário de libras online

Olá pessoal, penso que a inclusão de surdos só será perfeita, ou quase perfeita, se a línguagem brasileira de sinais (LIBRAS) começar a fazer parte do currículo de todas as escolas, independente de ter ou não estudantes surdos ou com deficiência auditiva na mesma.
Penso que, se na escola que frequentamos não nos deparamos com surdos ou deficientes auditivos em geral, não podemos dizer o mesmo dos locais públicos.
Graças a Deus eles estão em toda parte, mas percebo que a comunicação ainda é muito limitada. Eles conversam entre si ou com algumas poucas pessoas que dominam a linguagem específica.
No menu do canto direito, no espaço "LINKS EDUCATIVOS, você encontra um link de acesso a um dicionário de libras online.
Voce escolhe a palavra ou a expressão que quer falar e recebe a orientação de como deve fazê-lo.
Clique e veja.

Não esqueça de comentar aqui, ok?
Abraços!
Rozineide

Curso de avaliadores da Olimpíada de Língua Portuguesa

Pessoal, independente de participarem ou não da  Olimpíada de Língua Portuguesa, acessem o curso de avaliadores que consta no menu do canto direito em "Links Educativos".
Está muito bom!
É agradável e voce pode desenvolvê-lo de acordo com seu tempo.

http://escrevendo.cenpec.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=90&Itemid=6

Se resolverem fazer compartilhem aqui os resultados, ok?
Abraços!
Rozineide

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Como a LDB trata os profissionais de ensino


Vicente Martins em:
http://www.construirnoticias.com.br/


A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) dá diferentes títulos aos profissionais de Educação Escolar: professores, docentes e profissionais de ensino. O que pode estar por trás dessa nomenclatura do ponto de vista do legislador e dos que atuam no campo educacional? Que incumbências são outorgadas aos docentes dos estabelecimentos de ensino?

No meio social, professor é todo aquele que ensina uma ciência, uma arte, uma técnica, uma disciplina. É um termo bastante abrangente e equivalente a mestre, este mais utilizado no período imperial por força da Constituição de 1824 e da lei de 15 de outubro de 1827, que chamavam mestres todos aqueles que exerciam uma cátedra.

À luz da legislação federal, todos aqueles profissionais de Educação Escolar, em particular os das redes oficiais de ensino, que ingressam no serviço público através de concurso público de provas e títulos são, portanto, detentores de cargos públicos e, por isso, têm incumbências enumeradas ou responsabilidades explicitadas pelo Estado.

No inciso VII do art. 3º da LDB, no âmbito dos Princípios e Fins da Educação Nacional, o concurso público, princípio de ensino, é uma forma de valorização profissional dos que trabalham no magistério oficial. No referido inciso, ainda podemos cogitar a possibilidade de

Resumo do Plano Nacional de Educação/2012


Resumo do Plano Nacional de Educação/2012

Desde 2011 está em tramitação no Congresso Nacional o Plano Nacional de Educação (PNE), que deve dimensionar as políticas públicas de educação para o país até 2020.
Dentre as principais discussões está a definição do percentual de investimento do orçamento em educação. Instituições como a Campanha Nacional pela Educação defendem o percentual de 10%, mas as negociações no Congresso empurram este percentual para próximo dos 7%.
Das 20 metas propostas, três delas se referem especificamente à